Deixe a música te inspirar!

Ela transcende tudo o que podemos sentir, e expressa tudo o que pode transcender. Preenche vazios deixados, esvazia o que está cheio. Alimenta e esfomeia. Mas, seu maior poder é o da inspiração. Sim, música inspira!

 

 

Através da música, conseguimos expressar o que sentimos da maneira – talvez – mais visceral que existe. Mostramos o que está enraizado, num universo particular e profundo.  E as reações a ela são diversas: dançamos, viajamos, cantamos, nos arrepiamos, nos encantamos, apaixonamos, rimos e choramos… E se difícil é saber lidar com tudo isso, imagina quando ela resolve por pra fora aquilo que nem nós mesmos sabíamos que estava dentro da gente.

tumblr_mdfk53jJlb1qjokd1o1_1280Ela tem aquele poder de trazer a tona àquilo que abstruso estava. Transforma em sorriso qualquer dor, em amor qualquer ódio, e/ou vice versa, mas melhor não entrarmos nessa.  Falando em transformação, me arrepio quando penso que eu, estando aqui, posso tocar uma pessoa que na França está. E alegro-me ao saber, imaginar, acreditar que com minha música, posso confortar aqueles que estão sem amparo. Há algo que não possa ser feito com essa bendita música? Aliás, benditos sejam os que a utilizam em prol do bem! Que mal tem?

Já diz o nome do festival de música anual que acontece em Natal, no Rio Grande do Norte: Música Alimento da Alma. Pois ela alimenta e nos conecta. Leva aos mais necessitados palavras de conforto e ondas cheias de sentimentos, e dos mais genuínos. A necessidade faz com que cada um se inspire e alimente da maneira que couber, por isso os diversos ritmos, melodias e harmonias.  Ela também tem seu charme, e encanta. A danada sabe conquistar!

Tanto que seus elementos também são utilizados como terapia (musicoterapia), que é quando ela ajuda pessoas a alcançar uma melhor qualidade de vida no que diz respeito as suas necessidades físicas, psicológicas e espirituais.  

 

 

Logo, não dá pra negar que a música consegue ir além da nossa imaginação, atingindo o canto mais obscuro existente em nós, e jogando pra fora tudo o que nos inquieta, da maneira mais crua ou rebuscada, intensa e transcendental.

 

“Para afastar a solidão, eu faço preces ao coração. Pra um novo amor, eu danço. Pra ser feliz, eu canto. Pra ter dinheiro, trabalho. Pra ter sabedoria, me calo.” Saulo Fernandes