Mais um disco ruim lançado pela The Temper Trap!

The Temper Trap une toda uma bagunça deixada pelas outras bandas de rock,  mas no final da obra a gente não consegue deixar de torcer por eles.

Antes de escutar o disco novo, eu resolvi ouvir os primeiros trabalhos da banda, e me surpreendi com o que ouvi no primeiro álbum: Conditions (2009). Nele, a banda abusou dos recursos eletrônicos provindos do pop e de um rock comercial abusado/abusivo, fazendo com que eu me sentisse numa viagem de volta aos anos oitenta e início dos anos 90. Foi bom!

Uma dica: ouçam o single Sweet Disposition – se é que não já escutaram por aí!

Sobre o segundo álbum, lançado em 2012 e que leva o nome da banda, não destaco muita coisa. Ele é ruim. Sem músicas impactantes e com certa profundidade que não me soou muito agradáveis.

No novo álbum –  Thick As Thieves – eles parecem ainda não ter se livrado da intenção do disco anterior, voltaram ainda sem uma música impactante e um tanto profundos em suas letras. Só que dessa vez, numa profundidade bem pobre em suas rimas chegando até a ser chatas de tão repetitivas.  Ahhh… sem contar que o Dougy Mandagi solta vários gritos durante as músicas (Burn, What If I’m Wrong) que me fez lembrar de algumas do Coldplay! Não curti isso! Ordinary World parece resto do Blink 182, sem contar que eles lembram Arctic Monkeys em alguns pontos e U2 em outros, mas tudo isso de uma forma mal trabalhada.

Mas eles conseguiram uma coisa: me fizeram imaginar como ficará isso ao vivo, vai que…

 

Aconselho: Tombstone – de todas, a menos ruim.

 

 

45/100