A versatilidade de Lizzo em Coconut Oil

Nós já a entrevistamos aqui, portanto ela já é figura conhecidíssima em nosso site.

Lizzo é uma das melhores expressões artísticas da atualidade por unir muitos motivos que a fazem única, com sua música e seu estilo próprio, involuntariamente, acaba por ser um símbolo de empoderamento feminino e, por que não, de amor próprio.

Em carreira solo já são dois discos lançados – e ovacionados pela crítica, diga-se de passagem – porém, foram lançamentos independentes e que não atingiram um público maior. Mas a sorte de Lizzo pode mudar com seu novo trabalho, o EP Coconut Oil, seu primeiro álbum a ser lançado por uma grande gravadora. A produção é assinada por Rick Reed, o mesmo dos hits Boss do Fifith Harmony Secrets da Miranda Lambert, dentre outros.

Aqui ela explora de todas as formas todas as suas veias artísticas, seu lado rapper é bem executado e sua voz como cantora excepcional.

E ela já prova de seu talento soltando a voz em Worship, primeira faixa do EP, pra na sequência o primeiro e ótimo single Phone, onde canta e ainda explora versos e rimas de forma rápida e eficiente. Os resquícios e lembranças de seus trabalhos anteriores vem em Scuse Me, que lembra muito bem o que Lizzo fez em seus dois discos anteriores. Mais uma prova de sua versatilidade vem na sexy e envolvente Deep.

A já conhecida Good As Hell é a que mais destoa de todo o restante do EP, que aqui acabou por se tornar desnecessária. A canção que dá título ao EP finaliza o mesmo, em Coconut Oil Lizzo explora seu talento pra fazer um rap radiofônico e bem produzido.

Coconut Oil é só uma ‘amostra’ do que Lizzo ainda é capaz de fazer com o agenciamento de uma grande gravadora, seu talento aqui é explorado nas mais diversas formas.

Nota: 85/100

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