Banks e o excelente The Altar

Pode-se dizer com todas as letras que Banks experimentou e teve uma vida de popstar, os resultados para o bem ou até para o mal se tornaram combustíveis de seu mais novo trabalho, o disco The Altar.

No disco conhecemos mais ainda o lado vulnerável e ainda pouco explorado de Banks, onde ela expõe toda a obscuridade de seus sentimentos, o medo, a decepção amorosa, as decepções consigo mesma e a verdade sobre si.

Em Gemini Feed, a canção de abertura do disco e escolhida como segundo single, já mostra uma Banks nada perfeita, com essa sinceridade sobre si, sobre sua personalidade ela carrega as faixas seguintes. É assim com o carro chefe do disco e a melhor faixa Fuck With Myself e as seguintes Lovesick Mind Games.

Trainwreck bebe da fonte de canções R&B, com um refrão e pontes pegajosos, na sequência a eletrônica This Is Not About Us. Em Weaker Girl a firmação de que Banks é uma pessoa mais forte, um verdadeiro hino de auto estima e auto afirmação. Em Mother Earth uma Banks na profundidade de sua voz.

A sequência das canções Judas, Haunt Poltergeist é mais uma amostra de quão profundo e obscuro é o disco. Em seguida temos as faixas finais: o quarto single To The Hilt 27 Hours.

The Altar é uma verdadeira obra, reunindo em sua tracklist letras profundas, inspiradoras, ousadas e pra lá de sentimentais. É sincero e verdadeiro em toda sua essência, fruto é claro das inspirações de Banks. The Altar é aquele disco pra se consumir por inteiro e se encontrar em cada uma das faixas.

Nota: 90/100

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