Facebook está se aliando aos grandões da indústria da música

O Facebook quer nos dominar, ainda mais! Há ou não o que temer?

Quando as pessoas falam de revolução digital meu coração até para, afinal já faz duas décadas que tivemos o início do boom da internet em todo o mundo, então já está mais do que na hora de assumir que a revolução já passou e agora a gente vive os desdobramentos que essa transformação nos força diariamente a ter que lidar.

A próxima transformação do mundo digital pode estar mais próxima do que a gente imagina. E é importante ressaltar que há um cara nesse mundo rancoroso e que não leva birras para casa. O nome dele? Mark Zuckerberg. E a sacada da vez é atrair a indústria da música de forma voraz que possa fazer seus concorrentes serem, mais uma vez, aniquilados.

O Facebook já é dono do Instagram, do Whatsapp e de uma infinidade de startups que criaram plataformas de comunicação que mudaram a maneira como a gente se relaciona com o outro e, quando ele não consegue comprar, ele cria sua versão – muitas vezes bastante parecidas – e as incorpora nos seus produtos já existentes. Foi o caso do Snapchat que ganhou a versão InstaStories. Agora é a vez do LinkedIn e o teremos logo o Facebook Jobs. E quanto à música, qual a maior plataforma de vídeos deste nosso querido planeta? O Youtube que pertence ao Google. E como competir nesse mercado? Só sendo tão grande quanto o concorrente. E eis o que o tio Zuckerberg quer fazer.

O Facebook pode ser mais uma grande arma de capitalização para as gravadoras e todo o setor da música, já que a ideia é tornar a reprodução de conteúdo musical dentro da rede social capitalizável, seja com anúncios, mas principalmente por conta dos direitos de reprodução. O Youtube, por exemplo, repassou em 2016 mais de 1 bilhão de dólares para a indústria da música. As cifras são assustadoras.

Muito em breve o Facebook deve lançar seu sistema para classificar e banir vídeos que infrinjam as leis de direitos autorais. Muito conteúdo gerado e compartilhado não paga nenhum tipo de royalties, o que faz a relação do mercado como o Youtube, por exemplo, bastante tensa em diversos momentos. E é aí que o Facebook quer ganhar o seu espaço, podendo até deixar o Youtube pra trás.

Vamos assistir a mais essa transformação que tá bem aí!

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