Michelle Branch e Sheryl Crow: dois álbuns ainda novos e muita coisa pra cantar!

Nós adoramos música, a que transcende gerações, a música que inspira! E hoje, eu trago nesse post duas artistas de épocas diferentes, mas com talentos genuínos: Michelle Branch e Sheryl Crow.

Todos nos amarramos no estilo despojado e levemente rock and roll da Sheryl Crow.  Tivemos a oportunidade de dançar e cantar suas músicas por décadas, e por mais que ela aparente estar distante do cenário musical, Be Myself, seu nono álbum de estúdio foi lançado há poucos meses e traz a melhor Sheryl, a do pop-rock.

A cantora surpreendeu por ter se aventurado no mercado country em seu disco anterior – Feels Like Home – mas bate o pé ao afirmar que é no novo álbum que ela se apresenta de forma original e verdadeira. E a crítica especializada concordou. Ela nos presenteou com um álbum cheio de vigor, que foi considerado seu melhor em uma década.

Eu não vou mentir, sou fã dela, e esperei muito por esse momento, então, nada como dar um play num álbum bom e ir se divertir fazendo o que tem que ser feito. Digo isso porque ele deixa qualquer atividade mais prazerosa – podem deixar o disco rolando enquanto fazem a faxina, ao dirigir pela cidade, numa corrida ou em qualquer outro momento. Ele inspira!

 

Enchi a bola dela e do disco, né? Mas façam o que eu mandei. Deem um play e se divirtam! Eu até iria sugerir uma faixa, mas eu gosto do álbum inteiro! #nãometorture

Se sobre a Sheryl eu só falei coisa boa, o que eu vou falar sobre o novo da Michelle Branch?

Também sou super fã dela e a sigo desde o Broken Bracelet (2000), quando ela surgiu junto com a Avril Lavigne, na disputa, a Avril se deu melhor, emplacou mais sucessos e alcançou um público maior, mas a maturidade estava com a Michelle Branch o tempo inteiro – isso eu afirmo sem receio.

E se vocês acharem estranho o fato de ela ter lançado um álbum só agora, não estranhem também ao saber que de lá para cá ela lançou vários projetos incluindo um voltado ao country (The Wreckers), assim como fez a Sheryl.

Hopeless Romantic é o resultado de muitos anos de experiências aleatórias, incluindo conflitos com gravadora, maternidade, EP e um novo amor. Sim, queridos, a Michelle se engraçou com o baterista do Black Keys, Patrick Carney, que se prontificou para ajudá-la a lançar um álbum novo.

 

No álbum a gente consegue escutar um pouco de influências como Alanis Morissette, Black Keys e da própria Michelle na época do Hotel Paper (2003). Nas letras, encontramos relatos da vida da cantora que terminou um casamento de onze anos, engatou um novo romance inspirador e mudou-se para a casa dele em Nashville.

Michelle Branch disse que ele é o patrão do álbum. Querem saber o que ele falou para ela a respeito disso?

“Eu tenho milhões de dólares. Não preciso que ninguém nos mande um ‘OK’ da gravadora. Vamos gravar um disco, e se eles não quiserem, nós o teremos. ” – Patrick Carney

Ok, né? Vamos ao que interessa? Soltem o som!