O que falar sobre o ídolo moderno?

Estamos vivendo num mundo onde todas as coisas que aprendemos parecem já estar desvalorizadas. A velocidade com a qual as informações circulam nessa era tecnológica é impressionante e seu alcance assusta ainda mais.

Na medida em que obtemos informações referentes a alguma coisa ou pessoa, se torna simplesmente mais difícil manter a concentração nessa mesma coisa por muito tempo, visto que rapidamente atingimos outros que nos trazem uma oferta melhor.

 

E quando se trata de ídolos da música a situação fica ainda mais crítica. Astros e estrelas pipocam nas telas dos celulares, notebooks, TVs e etc. a todo momento, e rapidamente alcançam o status de “ídolos de uma geração”. Mas lembram do que eu falei mais acima?

Pois é, muitos são esquecidos num trocar de abas.

Vejamos então a definição de ídolo no dicionário…

Segundo o Google, ídolo é uma pessoa ou coisa intensamente admirada, que é objeto de veneração.

A partir desse conceito, a gente pode concluir que muitos estão por aí neste exato momento. São vários os nossos ídolos e eles representam classes e gêneros diversos. Cada pessoa tem o seu, e cada ídolo sabe muito bem quem quer atingir.

Ídolo é aquele que expõe a sua personalidade, e sua arte vem de acordo com o que ele quer ser e fazer, e seus fãs acolhem na medida em que se sentem representados pelos mesmos. É uma troca mútua.

Não vamos esquecer de falar da rapidez com a qual eles podem desaparecer por conta da necessidade do ”novo” que vivemos atualmente. Também não vou julgá-los, afinal, todos devem desfrutar dos benditos quinze minutos – ou mais – de fama. Ou vocês acham que eu abriria uma brecha para que pudéssemos falar se um ou outro ídolo está exercendo o papel de forma correta ou incorreta? E o que seria correto ou incorreto? Querem fazer isso? Podem começar pensando na seguinte pergunta:

Se você fosse um ídolo, que papel representaria dentro do cenário mundial?

E se não for custar muito, nos responda por aqui ou através de nossas redes sociais. Obrigado.